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LEÃO ETÍOPE
04.12 . 18h

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Céh*

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(Brain Fatigue/ Hungria)

Inicialmente concebido como um projeto de metal, o duo húngaro Céh, formado por Gábor Kovács (do Új Bála, outra atração do Novas Frequências) e Raymond Kiss, tomou caminhos surpreendentes ao longo de sua trajetória, misturando noise, rock, industrial e techno.

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(Brain Fatigue/ Hungria)

Inicialmente concebido como um projeto de metal, o duo húngaro Céh, formado por Gábor Kovács (do Új Bála, outra atração do Novas Frequências) e Raymond Kiss, tomou caminhos surpreendentes ao longo de sua trajetória, misturando noise, rock, industrial e techno. Seu primeiro álbum, Youth is Impossible, foi lançado em 2015 pela Brain Fatigue, uma novíssima rede de suporte coletivo para projetos visuais, verbais e musicais. A Brain Fatigue publica zines e discos, e opera numa estrutura 100% DYI. Inicialmente concebido como um projeto de metal, o duo húngaro Céh, formado por Gábor Kovács (do Új Bála, outra atração do Novas Frequências) e Raymond Kiss, tomou caminhos surpreendentes ao longo de sua trajetória, misturando noise, rock, industrial e techno. Seu primeiro álbum, Youth is Impossible, foi lançado em 2015 pela Brain Fatigue, uma novíssima rede de suporte coletivo para projetos visuais, verbais e musicais. A Brain Fatigue publica zines e discos, e opera numa estrutura 100% DYI.

 

 

* SHOWCASE SHAPE

O showcase do SHAPE é apoiado pelo programa Creative Europe da União Europeia.

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Vincent Moon + Rabih Beaini + Priscilla Telmon apresentam: Cosmogonia

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No Festival Novas Frequências, Vincent Moon se junta a Rabih Beaini e a Priscilla Telmon para apresentar “Cosmogonia”, performance que mistura cinema ao vivo, eletrônica experimental e a música de objetos sagrados.

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No Festival Novas Frequências, Vincent Moon se junta a Rabih Beaini e a Priscilla Telmon para apresentar “Cosmogonia”, performance que mistura cinema ao vivo, eletrônica experimental e a música de objetos sagrados. Espécie de colagem entre os projetos transmídia “Rituals” e “Híbridos”, “Cosmogonia” é uma jornada audiovisual que atravessa territórios e continentes em um grande redemoinho telúrico e xamânico, misturando rituais de transe seculares ao redor do mundo com um estudo etnográfico sobre os cultos religiosos e ritmos místicos do sincretismo brasileiro. O “reinventor do videoclipe” segundo o New York Times, Vincent Moon é um cineasta independente francês (“Take Away Show”, “Petites Planètes”) que se define como um explorador de sonoridades. Ao longo dos últimos dez anos, vem viajando ao redor do mundo, descobrindo e redescobrindo do Sufismo na Chechênia e Etiópia, ao Ayahuasca no Peru, o transe no Brasil, o Jathilan na Indonesia e o Len Dong no Vietnam. Nascido no Líbano, o produtor e DJ Rabih Beaini (no passado conhecido como Morphosis), é especialista em criar atmosferas imaginativas e granuladas. Poucos artistas conseguem montar um live analógico tão desafiador e intrigante como ele, onde dark wave, krautrock, techno e “pós-tudo” se harmonizam de forma assombrada. Rabih ainda toca o seu selo Morphine (Senyawa, Pauline Oliveiros, Pierre Bastien) e vem dando voz ao que existe de mais interessante na vanguarda da música eletrônica internacional, colaborando há anos, por exemplo, com o festival de música avançada CTM, em Berlim. Membro da Sociedade de Exploradores Franceses, a fotógrafa, escritora e cineasta Priscilla Telmon percorre o mundo em missões humanitárias e viagens de aventura. Sua paixão pela exploração e culturas antigas rendem reportagens, filmes e livros, atuando na imprensa escrita, no rádio e na TV.

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Rakta

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(Dama da Noite Discos, Nada Nada Discos/ Brasil)

Rakta é um trio de São Paulo formado apenas por mulheres que tem sua produção fundamentada no punk-rock e no pós-punk, trazendo influências da psicodelia, do gótico e do noise.

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(Dama da Noite Discos, Nada Nada Discos/ Brasil)

Rakta é um trio de São Paulo formado apenas por mulheres que tem sua produção fundamentada no punk-rock e no pós-punk, trazendo influências da psicodelia, do gótico e do noise. Formada por Paula Rebellato (voz e teclado), Nathalia Viccari (bateria) e Carla Boregas (baixo), o mundo da Rakta transita entre o místico, o feminino e a potência de seu som – forte, tribalístico e performático. Mesmo que por vezes aparentemente urbano, a sonoridade do trio se deixa influenciar pelo bucólico e busca se aproximar de referências pagãs.  Em 2016, a banda, que já possui três álbuns, excursionou nos Estados Unidos e no Japão, passando por diversos venues destes países e aumentando a já crescente visibilidade de seu trabalho – em Seattle, por exemplo, se apresentaram no mítico programa de rádio FM/digital KEXP.

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Tantão feat. God Pussy e Lê Almeida

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Carlos Antônio Mattos, aka Tantão, é artista plástico e músico. Em 1983, junto com Márcio Bandeira e Lui, criou a banda de pós-punk Black Future. Tocando teclados e e bateria eletrônica, lançou com o Black o disco “Eu Sou o Rio” que, em suas faixas, misturava punk-rock, samba e samples.

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Carlos Antônio Mattos, aka Tantão, é artista plástico e músico. Em 1983, junto com Márcio Bandeira e Lui, criou a banda de pós-punk Black Future. Tocando teclados e e bateria eletrônica, lançou com o Black o disco “Eu Sou o Rio” que, em suas faixas, misturava punk-rock, samba e samples. Desde então, esteve em inúmeros projetos musicais como John Merrick Experience, Demillus & Duloren, FUCK e The Bosch, além de participações em show do Chelpa Ferro e Dedo. Em 2016, está gravando um disco com produção da Rádio Lixo. Sua música e poesia se misturam com as performances e seu trabalho de artes plásticas. Já participou de duas residências em Amsterdã (2010 e 2011), além de ações na Casa Nuvem (RJ) e Ceia (BH). Suas telas, coloridas, são a mistura de sua personalidade incrivelmente caótica com as linhas organizadas de seus conhecimentos de desenho naval. Porém, nada disso importa. Tantão só se explica ao vivo. Especialmente para o Novas Frequências, Tantão irá se apresentar em um formato trio, inédito, junto com God Pussy e Lê Almeida. O primeiro é um projeto de noise com espírito DIY, iniciado em 2008 por Jhones Silva. No God Pussy, pedais, piezos, sintetizadores, rádios, geradores de ruídos, entre outros, são utilizados para uma explosão de noise e power electronics com fins politicos, tratando de falta de saneamento básico, atendimento hospitalar, educação, abuso de poder, violência e crueldade. Guitarras altas podem soar deslocadas junto a melodias pop, mas não para Lê Almeida. Suas canções concisas, sobre jeans velhos, bikes e comprimidos, são saturadas por altas doses de fuzz. “A resposta brasileira ao Robert Pollard”, segundo o The Guardian, Lê grava seus discos, são 6 ao todo, de modo caseiro e os distribui via Transfusão Noise Records, selo que fundou no início de 2004, além de fazer as artes das capas e pôsteres dos shows. Prolífico, o músico se divide em pseudônimos e projetos paralelos com amigos para dar vazão a tudo o que produz. Treli Feli Repi, Tape Rec, Babe Florida, Cramapel, Suite Parque, Refrigerantes e Carpete Florido contam com a participação dele, seja nos vocais, na guitarra ou na bateria. Também administra o Escritório, estúdio e clube de recreação que abriga as novas gravações das bandas da Transfusão Noise Records, que costumavam ocorrer no quintal do próprio Lê, em Vilar dos Teles, na Baixada Fluminense.

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